quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

As 8 Maratonas Brasileiras que completei e fotografei em 2011

Texto e fotos: Marcos Viana "Pinguim"

Olá Amigos!

Resolvi fazer um levantamento de todas as páginas da Revista Contra-Relógio onde foram publicadas fotos de minha autoria, que fiz durante todas as 8 maratonas que conclui em 2011, consegui com muito sacrifício físico, financeiro e emocional concluir este Desafio.

No dia 20 de novembro de 2011, aconteceu a Maratona de Curitiba, e nesse evento houve o encerramento, confraternização e premiação da terceira edição do "Desafio das 6 Maratonas Brasileiras", pela primeira vez tive o privilégio de cumprir o desafio completando 6 maratonas abaixo do tempo limite (ao mesmo tempo que fotografei todas elas para a Revista Contra Relógio).

Além das provas do "Desafio das 6 Maratonas Brasileiras" em 2011 completei mais duas maratonas cross-country, que também tiveram fotos publicadas na Revista Contra Relógio (CR).

Veja a relação das 8 maratonas que completei, "fotografando com qualidade profissional", por ordem de datas, contendo os meus tempos "líquidos" e todas as fotos que fiz durante o percurso e que foram publicadas na Revista Contra Relógio (CR), com indicação do número da edição e respectivas páginas.

22/05 - 28ª Maratona Internacional de Porto Alegre, tempo líquido: 04:17:53
(Minha 1ª Maratona de 2011 e 1ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 213 (página 27)

19/06 - XVII Maratona Internacional de São Paulo, tempo líquido: 05:06:54
(Minha 2ª Maratona de 2011 e 2ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 214 (páginas 8 e 9)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 214 (páginas 24 e 25)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 214 (página 25)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 214 (página 28)

17/07 - 9ª Maratona CAIXA da Cidade do Rio de Janeiro, tempo líquido: 04:35:11
(Minha 3ª Maratona de 2011 e 3ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 215 (página 15)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 215 (página 21)

06/08 - 3º K42 de Bombinhas, tempo líquido: 06:43:08
(Minha 4ª Maratona de 2011)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 216 (página 24)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 216 (página 25)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 216 (página 26)

28/08 - 1ª Maratona de Londrina, tempo líquido: 05:18:13
(Minha 5ª Maratona de 2011 e 4ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 217 (página 18)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 217 (página 18)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 217 (página 19)

25/09 - 5ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu, tempo líquido: 04:56:07
(Minha 6ª Maratona de 2011 e 5ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 218 (página 18)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 218 (página 18)

22/10 - 10º Desafio Praias e Trilhas (1º dia), tempo líquido: 09:02:59
(Minha 7ª Maratona de 2011)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 219 (páginas 24 e 25)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 219 (página 25)

23/10 - 10º Desafio Praias e Trilhas (2º dia)
(Era para ser minha 8ª Maratona de 2011, mas fui desclassificado, o motivo foi que perdi muito tempo no costão de pedras, com medo de me machucar numa eventual queda e por isso cheguei depois do tempo limite num dos postos de controle e abastecimento, corri 24 km no 2º dia)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 219 (página 24)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 219 (páginas 24 e 25)

20/11 - 15ª Maratona de Curitiba, tempo líquido: 04:53:35
(Minha 8ª Maratona de 2011 e 6ª do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras)

Foto publicada na Revista Contra Relógio, edição 220 (página 17)

Obs.: Foram impressas na Revista Contra Relógio fotos de minha autoria de todas as 8 maratonas que completei, pensando bem, isso é um recorde mundial no mundo da fotografia esportiva e merece ser registrado no Guiness Book, risos!!!

Foi publicado um artigo de minha autoria sobre o Desafio das 6 Maratonas no Jornal Atividade Física, edição de dezembro de 2011, número 154 (página 6), também foi publicado um artigo sobre o mesmo assunto, de autoria de Carlos Hideaki Fujinaga e de Fábio Rodrigo Machado na revista Contra-Relógio, edição de janeiro de 2012, número 220 (página 50), onde aparece a foto e a relação oficial de todos que completaram este grande Desafio (com "D" maiúsculo), este artigo por coincidência esta ao lado de uma das fotos que fiz na Maratona de São Paulo de 2011 e que serviu de "capa ilustrativa" para o Ranking Brasileiro de Maratonistas 2011.

Foto dos concluintes do Desafio das 6 Maratonas Brasileiras, só faltou eu, pois eu estava fotografando, risos!!!, a foto onde "aparece todos os concluintes, inclusive eu", foi publicada na Revista Contra Relógio, e é de autoria do amigo e fotógrafo Tião Moreira.

Um grande abraço!!!

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Comemoração dos 30 anos da minha primeira Corrida de São Silvestre

Texto: Marcos Viana "Pinguim"
Fotos: Tayla Pires, Suzana Raquel, Regina Takahira e Daniel Jaeger Segundos
Olá Amigos! No dia 31 de dezembro de 2011 comemorei "correndo e fotografando" os 30 anos da minha primeira participação na corrida de São Silvestre e também da minha primeira corrida oficial, já participei de 24 São Silvestres (em 1981 e em todas de 1989 até 2011).
A primeira vez que participei foi no dia 31 de dezembro de 1981, na época tinha acabado de fazer 15 anos, a largada era às 23 horas, saía e chegava na Av. Paulista e o percurso era ao contrário, descia a Av. Brigadeiro Luiz Antonio, passava pelo centro e subia a Av. Consolação a a distância da corrida era menor, tinha 8,9 km. Naquele ano quem ganhou a corrida na categoria masculina foi o experiente colombiano Vitor Mora com o tempo de 23min30s2, onde conquistou o tetra campeonato, antes ele venceu em 1972, 1973 e 1975, e na categoria feminina foi a estreante portuguesa Rosa Mota com o tempo de 26min45s8, foi a primeira vitória dela num total de 6 vitórias ininterruptas na Corrida de São Silvestre, depois ela venceu em 1982, 1983, 1984, 1985 e 1986, tornando-se a atleta que mais vitórias teve na mais clássica corrida da América Latina, superando inclusive o queniano Paul Tergat que teve 5 vitórias.

Veja o Diploma de Honra ao Mérito que ganhei na época.
Foi uma fase muito emocionante, tão emocionante que depois da prova não consegui voltar para casa na mesma hora, pois na época não existia transporte público depois da meia-noite, tive que andar na madrugada do dia 1 de janeiro de 1982, da Av. Paulista até o centro de São Paulo e esperar até às 5 horas da manhã para pegar um ônibus para minha casa, essa é a parte negativa que ninguém comenta sobre a São Silvestre a noite, costumo de chamar essa parte de "pimenta nos olhos dos outro é refresco", risos!, foi exatamente por esse motivo que só voltei a correr uma São Silvestre 8 anos depois, voltei em 1989, ano que ela passou a ser a tarde e que teve uma largada separada para as mulheres, a partir desse ano "corri todas" ininterruptamente até o ano de 2011, pois ficou muito mais fácil para voltar para minha casa e curtir a passagem do ano com a minha família, além disso tive muitas oportunidades de fazer grandes fotos da corrida de São Silvestre, principalmente da largada e do meio do percurso que não teria se a corrida fosse de noite, muitas dessas fotos foram impressas nas principais revistas de corrida do Brasil. Em 1989 o percurso da prova tinha 12,630 km, mas veja que curiosa coincidência em relação a ao ano de 1981, quem ganhou a corrida na categoria masculina foi o "também" experiente equatoriano Rolando Vera com o tempo de 36min45s, onde "também" conquistou o tetra campeonato, antes ele venceu em 1986, 1987 e 1988, e na categoria feminina foi a "também" estreante mexicana Maria Del Carmen Diaz com o tempo de 43min52s, foi a primeira vitória dela num total de 3 vitórias na Corrida de São Silvestre, depois ela venceu em 1990 e 1992. Reparem que na década de 80 quem "dominou" a São Silvestre foram os latino-americanos e portugueses.

Veja o Diploma de Honra ao Mérito que ganhei na época.
Veja o compacto da prova feminina e masculina da São Silvestre de 1989, com narração de Galvão Bueno e participações de Reginaldo Leme e Cléber Machado.
Na São Silvestre de 1994 eu começei a fotografar os corredores, começei com os que estavam fazendo uma homenagem para o Ayrton Senna que havia falecido em maio do mesmo ano, eu era fã do piloto, estava sempre correndo com o boné com a frase "Valeu Senna", na Av. Paulista, antes da largada, eu reuni todos numa grande turma e pedi para minha esposa tirar umas fotos com a câmera portátil dela.
Em 1994 o percurso da prova já tinha 15 km, distância oficial da prova até hoje e que começou a vigorar no ano de 1991 com vitória do mexicano Arturo Barrios com o tempo de 44min47s, onde conquistou o bi-campeonato, antes ele venceu em 1990, mas quem ganhou a São Silvestre de 1994 na categoria masculina foi o brasileiro Ronaldo da Costa com o tempo de 44min11s e na categoria feminina foi a etíope Derartu Tulu com o tempo de 51min17s.

Veja o compacto da prova masculina da São Silvestre de 1994, com narração de Cléber Machado.

Depois da chegada encontramos o mexicano Arturo Barrios, bi-campeão da São Silvestre (1990 e 1991), mais uma vez pedi para minha esposa fotografar, estava satisfeito e orgulhoso sustentando a reluzente medalha no peito.

Obs. Na São Silvestre 1981 e em todas de 1989 até o ano 2000 eu corri sem carregar uma câmera fotográfica, mas a partir do dia 31 de dezembro de 2001 fotografei e corri com minha câmera fotográfica durante todo o percurso da prova todas as edições da São Silvestre, ininterruptamente, até esta mais recente de 2011.

Atualmente trabalho como fotógrafo na Revista Contra Relógio que foi criada pelo editor Tomaz Lourenço, a minha primeira foto impressa na revista foi publicada em janeiro de 2002 que por coincidência era a tão comemorada edição nº 100, a foto esta na página 13, tenho dezenas de fotos de minha autoria publicadas nas capas da Contra Relógio e centenas dentro dela, inclusive várias da Corrida de São Silvestre.

Revista Contra Relógio nº 125 - edição de fevereiro de 2004
Foto da Largada da São Silvestre de 31 de dezembro de 2003


Revista Contra Relógio nº 137 - edição de fevereiro de 2005
Foto da Largada da São Silvestre de 31 de dezembro de 2004


Revista Contra Relógio nº 197 - edição de fevereiro de 2010
Foto da Largada da São Silvestre de 31 de dezembro de 2009


Na concentração para a largada da São Silvestre de 2010 fui fotografado pela amiga Regina Takahira num momento de descontração com o animado grupo de corredores-sambistas da Equipe Pinima, fundado por Dempsey Lima Filho, 64 anos (o homem do banjo).

Na São Silvestre de 2010 o fotógrafo e amigo Daniel Jaeger Segundos me fez uma sequência de fotos enquanto corria e fotografava na subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio.

Espero que tenham gostado da minha história, me despeço desse artigo com essa emblemática foto, nesse momento estava fotografando o fotógrafo Daniel Jaeger Segundos, mas ela também pode simbolizar que estava fotografando todos vocês, risos, desejo a todos um 2012 cheio de saúde, paz, sabedoria e prosperidade!!!
Nos vemos pelas corridas. Abraços!!!
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Quem não pode ir para Berlin vai para Pomerode

Olá Pessoal!

Realmente faz um bom tempo que não escrevo neste meu blog, resolvi voltar mantendo o espírito irreverente que tenho dentro e fora das corridas, e é o que se pode notar no curioso título que escolhi para esta postagem, assim como a frase "Quem não pode ir para Belin vai para Pomerode" também criei a frase "Quem não pode ir para Londres vai para Londrina", ambas foram inspiradas no velho ditado popular quem "Não tem cão cassa com gato", ou seja ao invés de ficarmos se lamentando em não podermos participar de corridas na Alemanha ou na Inglaterra podemos conhecer correndo as cidades aqui mesmo no Brasil que foram fundadas e inicialmente colonizadas por alemães e ingleses, e veja bem essa dica serve tanto para quem não pode viajar para o exterior como também para quem já viajou mas ainda não conhece essas cidades pitorescas e imperdíveis.

Neste caso vou contar o que aconteceu na 4ª Meia Maratona Cidade de Pomerode, antes faço questão de agradecer o amigo Ricardo Ziehlsdorff, diretor da Corre Brasil, empresa que organiza essa prova, pelo convite que me fez este ano no Adventure Fair para fazer a cobertura fotográfica deste belíssimo evento.

Cidade Mais Alemã do Brasil

Pomerode é um município do estado de Santa Catarina, surgiu com o início da imigração alemã no Brasil, a colônia foi criada em 1861 pelos imigrantes pomeranos, a maior parte desses imigrantes alemães vieram da histórica região da Pomerânia, de onde se origina o nome do município, situada entre o norte da Alemanha e a Polônia.

Os pomeranos são descendentes de uma mistura de povos germânicos e eslavos e, desde o século XII, quando passaram a fazer parte do Sacro Império Romano-Germânico, sofreram um processo de germanização de seu idioma e costumes. Quando chegaram ao Brasil, os pomeranos não se identificavam como alemães, pois possuíam características culturais distintas. Entretanto, com o passar do tempo, acabaram se incluindo entre os alemães.

Com o fim da II Guerra Mundial, a maior parte da Pomerânia foi anexada à Polônia e apenas uma pequena parcela ficou com a Alemanha, chamada de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental. Muitos pomeranos se refugiaram na Alemanha Oriental ou emigraram para outros países, perdendo grande parte de seus costumes. Prova disso é que o Brasil tem mais falantes da antiga língua pomerana do que a própria Alemanha. No Brasil, a II Guerra Mundial também foi decisiva para a nacionalização dos imigrantes pomeranos. O ex-presidente Getúlio Vargas, após declarar guerra à Alemanha, proibiu o uso da língua alemã no País, a construção de casas com arquitetura germânica e as manifestações ligadas à cultura da Alemanha. Isso afetou Pomerode e todas as demais colônias no Brasil, que passaram a se abrasileirar cada vez mais.

Ao todo, 300 mil brasileiros são descendentes de alemães pomeranos. (*)



Véspera da Corrida

Aproveitei os dias 28 e 29 de outubro para bater várias fotos da ainda bucólica cidade. A entrega dos kits foi feita no dia 29 de outubro, das 9h às 18h30min, o local escolhido foi o Pavilhão de Eventos de Pomerode, mesmo local onde ocorre a já famosa Festa Pomerana, no mesmo local entre 18h30min e 21h30min ocorreu o já tradicional Jantar de Massas.

A Corrida

Após apreciar o típico café da manhã pomerano que foi oferecido no Hotel Schroeder onde eu estava hospedado juntamente com os "marcadores de ritmo" da Revista Contra-Relógio, fui para a tão aguardada largada, ainda tive tempo de arrumar um chapéu típico da região para prestigiar a bucólica cidade e seu simpático povo.

Marcadores de ritmo da Revista Contra-Relógio


Na largada contamos com a presença do padrinho da prova, o ultramaratonista Bernardo Fonseca que foi destaque no programa Fantástico da rede Globo de televisão por ter vencido em dois dias consecutivos a maratona de 42 km e a ultramaratona de 100 km respectivamente ambas na Antártida, sem dúvida um super desafio.


Momento da largada


Passando pelo principal pórtico da cidade


Carlos Hideaki acompanhando os marcadores de ritmo Sergio Rocha e ...


Alcançando os marcadores de ritmo que corre a 5 minutos por quilômetro.


E eis que eram os meus coelhos, Sergio Garpelli, e os marcadores de ritmo André Savazoni e Tutta.


No percurso muitos exemplos a belíssima arquitetura colonial alemã.


Os corredores estiveram cercados por muita natureza e ar puro durante todo o percurso.


Bandas típicas em várias partes do percurso.


No percurso de volta uma grata surpresa, o encontro de dois conhecidos organizadores de corrida do estado de Santa Catarina, o Kiko do Mountain Do e o Raul Cardoso da antiga e lendária Maratona de Blumenau.


O tapete vermelho no meio do percurso não poderia faltar, como sempre foi colocado para detectar os desonestos "cortadores de caminho".


Finalmente me aproximo do tão esperado posto de chope.


Claro que não ia perder a oportunidade, tomei dois chopes e ainda tirei uma foto com a banda típica junto com o amigo corredor de Joinville que por coincidência também me acompanhou durante grande parte do percurso do Desafio Praias e Trilhas que teve semana passada, pelo visto a prova anterior fez muito bem para ambos, estavamos num ritmo muito bom para quem participou de tão dura ultramaratona uma semana antes.


E da-lhe mais natureza exuberante pelo caminho, essa prova deixa qualquer um da cidade grande "intoxicado" de oxigênio, risos!!!


A prova teve a marcação de quilômetro em quilômetro por todo o percurso.


Mais arquitetura colonial.


Finalmente a tão esperada foto dos primeiros que chegaram depois de mim, vai lá pega o número deles e confere o meu tempo na lista de resultados, risos!!!


Eu e o amigo Sergio Garpelli de Laranjal Paulista.


Sergio Rocha, editor de arte da Revista Contra Relógio, que foi marcador de ritmo, estava feliz da vida no momento da entrega da medalha.


Marcadores de ritmo da Revista Contra-Relógio reunidos com o vários amigos celebrando a chegada da tão alegre e festiva corrida e da-lhe chope, risos!!!


Raul Cardoso, organizador da antiga e lendária Maratona de Blumenau, é entrevistado pelo narrador oficial da prova.


Ricardo Ziehlsdorff, organizador da Meia Maratona Cidade de Pomerode, servindo pessoalmente os corredores após a chegada. Lembrei na música do Jorge Ben Jor, Salve Simpatia, risos, veja o início da letra!!!

Com sorriso, carinho, suavidade, simpatia e amor, esbanjando saúde e alegria,
Ele vai chegar, ele vai chegar
Para animar a festa
Salve simpatia


Praticamente todos os corredores ficaram para ver a premiação


Este é o belíssimo Troféu


E esta é a belíssima Medalha, para Muttley nenhum botar defeito, Medalha, Medalha, Medalha, risos!!!


Essa turma veio do estado do Rio de Janeiro


E essa turma veio da cidade de Salto, estado de São Paulo


O mais curioso é que todos vieram numa Kombi, um dos mais famosos veículos criados na Alemanha, tudo haver, risos!!!


A maior surpresa foi sem dúvida poder apreciar uma roda de capoeira, arte típica da cidade de Salvador na Bahia, praticada pelos pomerodenses, este é o "Grupo de Capoeira Zoeira Nagô de Pomerode".

(*) A fonte sobre as informações da cidade de Pomerode foram obtidas na Wikipédia.
Abraços!

Ligações externas

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